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Vou tentar reconstituir a trajectória estonteante do deputado: Assis veio da gamela de Estrasburgo. Fez escala no Porto, para reabastecimento. Passou de rompante pela Guarda, lançado a grande altitude, onde convenceu algumas almas enternecidas a votarem nele. E chegou finalmente ao seu destino, como se comprova na notícia. A nomeação é a merecida "ajuda de custo" pelas duas ou três deslocações à Guarda (que maçada!). Entretanto, jurou a pés juntos que o centro da sua vida política seria no Porto. Então, nesse caso, porque não aproveitar a oportunidade para testar as virtualidades do "choque tecnológico"! Muito simples: comunicando o novo líder parlamentar com os seus pares em S. Bento, a partir da Invicta, através do "Skype", ou em sistema de videoconferência!... Agora pergunto: no meio desta dança de sinecuras, o que ganhou a Guarda? O que vai ganhar? Vale aqui o supremo acerto do adágio de Bernard Shaw (injustamente ofuscado pelo outro, mais célebre, de Churchill): a democracia é o sistema pelo qual garantimos ser governados como merecemos.
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António Saraiva, responsável pela APG, esclareceu que esta edição vem na sequência de outras publicações através das quais têm “sido destacados factores identitários da nossa zona e fornecida informação para um melhor conhecimento da Guarda”. Para aquele gestor urbano, a nova obra tem a particularidade de oferecer uma perspectiva “bem interessante da Guarda e do concelho a partir do céu”.Imagens inéditas da Guarda, e de alguns dos seus mais expressivos monumentos, integram este livro, com edição bilingue.
Fonte: "Correio da Guarda"
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Soube-se, esta semana, que o cabeça de lista pelo PS no círculo da Guarda será Francisco Assis. O nome foi indicado pela direcção nacional do partido, após uma série de auto-nomeações a que Sócrates terá decidido pôr fim. Desta vez, percebeu-se o porquê da tradição da imposição, pelos directórios dos vários partidos, de cabeças de cartaz na Guarda. Ou seja, actores convidados para um palco que não é o seu e decorando um guião que nunca irão usar. E isto porque as estruturas locais abdicaram de apresentar nomes credíveis, que não resultem de uma cooptação numa sala fechada. Nomes onde pese a competência política, é claro, mas em que a estatura cívica e o dinamismo social não lhe sejam sacrificados. O que acontece, quase sempre, é a notoriedade afirmada em exclusivo nos aparelhos, a simples persistência ou os lances florentinos, virem a ser recompensados com uma sinecura parlamentar. Tudo se passa em circuito fechado. O cobiçado "veludo" passa de mãos em mãos, até que chega a altura de ser disputado. Nesse momento já alguém se apoderou dele sem apelo nem agravo. Portanto, para alcançar a elegibilidade, basta percorrer com êxito uma série de etapas, um conjunto de degraus ziquezagueantes que conduzem, quase de certeza, ao resultado pretendido. Repare-se que, neste processo, o mérito realmente político dos putativos candidatos pouco interessa, mas sim a sua competência "processual" para triunfar internamente. Não admira pois que, sobretudo no caso do PS, a direcção nacional recorra frequentemente aos serviços de figuras de topo, a necessitarem de rodagem e de uma tribuna episódica, para colmatar os Albanos que lhe são sazonalmente apresentados.Etiquetas: eleições legislativas, partidos políticos, política
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